Entenda porque cada $1 investido em UX traz de $2 a $100 de retorno

Empresas cada vez mais estão percebendo que investir em UX pode trazer resultados tão bons (se não melhores) do que investir em marketing e comunicação.

UX é a nova ferramenta de aquisição dessas empresas: se o usuário tem uma experiência positiva e agradável com a marca, é natural que ele trará amigos e familiares para comprarem o mesmo produto ou serviço. O que significa, obviamente, resultados financeiros positivos para a empresa – incluindo a habilidade de investir mais tempo e $$ em UX.

O infográfico fala justamente sobre isso e traz alguns dados interessantes. Entre eles:

  • Cada $1 investido em UX traz de $2 a $100 de retorno.
  • 89% dos consumidores que tiveram uma experiência negativa com certa marca, passaram a comprar de um competidor.

Leia mais em: http://arquiteturadeinformacao.com/user-experience/infografico-vale-a-pena-investir-em-ux/

Uber x táxis, um outro olhar

File illustration picture showing the logo of car-sharing service app Uber on a smartphone next to the picture of an official German taxi sign

Executivos de TV acusando Netflix de concorrência desleal, CEO de empresa de telefonia acusando o WhatsApp de pirataria e por pressão corporativista dos taxistas, leis municipais sendo apressadamente aprovadas contra o Uber. É um contexto perigoso, pois é um inibidor da cultura favorável à concorrência, essencial para uma sociedade moderna evoluir e inovar.

A legislação não pode ser impeditiva de concorrência, inovação e empreendedorismo. Estes são pilares fundamentais da economia: produtos, serviços e modelos de negócio que trazem maiores níveis de eficiência produtiva e alocativa, incrementando o bem estar dos consumidores.

Leia mais em: http://idgnow.com.br/blog/tecnologia/2015/09/29/uber-x-taxis-um-outro-olhar/

Shift, o novo cartão de débito para pagar com bitcoin nos EUA

bitcoin não se tornou tão popular quanto o esperado, mas quem acumulou a moeda virtual agora terá muitos novos meios de gastá-la. Nos Estados Unidos, a empresa Shift acaba de apresentar um novo cartão que permite a você fazer pagamentos em bitcoin via débito.

Com o Shift, que é uma parceria com a Visa, você pode fazer o pagamento em cerca de 38 milhões de estabelecimentos que aceitem pagamento em cartão de débito — com a diferença de que o saldo que fica menor é o da sua carteira virtual.

A ideia de usar o cartão como “intermediário” é naturalizar o uso da bitcoin fazendo um processo curioso: adotar um procedimento tradicional de bancos e bandeiras para conquistar o consumidor comum.

O cartão será lançando em 24 estados norte-americanos sob uma taxa de US$ 10 (cerca de R$ 38) e terá um limite diário de US$ 200 a US$ 500. A transação máxima individual com o Shift é de US$ 1 mil. Sacar dinheiro no caixa automático exige uma taxa de US$ 2,50 e compras internacionais possuem 3% de imposto. Você pode conhecer mais sobre o Shift por aqui.

Você acredita que o bitcoin vai crescer ao ponto de se tornar uma opção viável a qualquer tipo de transação? Comente no Fórum do TecMundo

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/bitcoin/89695-shift-novo-cartao-debito-pagar-bitcoin-eua.htm

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Veja também:

Tim MaisterChef – A saga do churrasco – Parte 2

churrasco

E aí rapaziada iterativizada, como andam?! Estamos de volta com as dicas de churrasco do nosso amigo Tim Maia. Que essa semana vai continuar a preparação para então, mais tarde chegarmos à tão sonhada finalização e degustação. So let´s go então.

Na sessão anterior, falamos do início do ritual, como escolher a churrasqueira e a grelha e a formação do braseiro. Agora a intenção é falarmos do ferramental a ser utilizado e das possibilidades de entrada e acompanhamento que podemos preparar.

Parando de blá blá blá, e indo para a ação – vamos ao que interessa:

Os utensílios

Geralmente a turma se reúne, pega aquela faca de cortar pão, aquele prato de vidro, aquele garfo qualquer. Mas não é dessa forma que as coisas procedem. Para se obter um resultado de qualidade – que é o que perseguimos – independentemente do tamanho do evento e do público a atingir, existem algumas ferramentas que vão facilitar a sua vida e manter a qualidade dos ingredientes escolhidos.

A tábua de corte: É a estação de trabalho do churrasqueiro 2/3 do tempo do evento, será sobre ela os trabalhos. O ideal é utilizar uma tábua de tamanho que se adeque ao seu evento, às vezes até duas: uma para tratar das carnes que foram à churrasqueira e outra para as que ainda não foram. As de madeiras são menos indicadas que as de polietileno/polipropileno, pois de acordo como a tábua é molhada durante a lavagem, podem se formar fungos nas ranhuras feitas pela faca. É extremamente recomendável utilizar um paninho embaixo da tábua para que ela fique firme sem “sambar” na bancada, o que facilita o trabalho e garante um pouco mais de segurança.

facaChairaA faca: É a ferramenta que complementa a estação básica de trabalho, deve ser de fio liso, nada daquelas facas de serra que ao cortar a carne vão esfarelá-la. O tamanho fica a gosto do freguês, apesar que para mim, uma faca com menos de 20cm não ajuda muito. Ela deve ter seu fio preservado, para isso é importante tomar alguns cuidados em seu manuseio e lavagem, como não passar a parte verde da esponja diretamente sobre o fio. Também é muito aconselhável utilizar uma pedra de afiar ou uma chaira, que vão ajudar a aplainar o fio e mantê-lo saudável.

garfoPincaPinça ou Garfo: Neste ponto abre-se um questionamento, a maioria prefere os garfos, independentemente do tamanho deles. Eu já venho há algum tempo utilizando pinças para a cozinha em geral e depois que vi as recomendações do mestre Marcos Bassi, passei a utilizá-las também para churrasco. Em seu vídeo “A Magia do Churrasco”, ele advoga pelo uso das pinças sob a alegação que a carne não deve ser furada, para que não perca suculência – aquele líquido que as pessoas insistem em dizer que é sangue- fiz alguns testes, e constatei que realmente é melhor utilizá-la. No princípio é um pouco difícil coordenar as ações com a faca, mas com o tempo acostuma-se tranquilamente. E na minha opinião a pinça se mostra mais prática para manusear os demais itens que compõem o churrasco como as linguiças, asas e coxinhas da asa e pães, por exemplo. Problema é que sempre algum intrujão de churrasqueiro quebra uma pinça minha por não conseguir fechá-la, mas tranquilo, uma boa pinça não tem o preço tão elevado, a gente compra outra e continua churrascando.

borrifadorBorrifador: Certas vezes é necessário controlar o braseiro, apesar de não ser “A RECOMENDAÇÃO”, como disse é necessário. Para isso é interessante utilizar ou um borrifador, ou uma garrafa com um furo na tampa. A vantagem de um em relação ao outro é que no borrifador o volume de água que sai é menor, não correndo o risco de apagar o braseiro ou de esfriá-lo demasiadamente, somente serão combatidas as labaredas sem colocar em risco seu evento.

As entradas e acompanhamentos

Agora que já falamos de toda a infraestrutura necessária para a execução do nosso churrasco, vamos dar início à parte que realmente interessa: A comilança.

churrasco

Na maioria dos churrascos nos deparamos com o trio carne, linguiça toscana e frango (as vezes asa, as vezes coxinha da asa, as vezes outra coisa…). Mas na verdade existe uma infinidade de ingredientes que, preparados na brasa, podem acompanhar bem a carne. Por exemplo, legumes como pimentão e berinjela e cogumelos como champignon, isso para quem gosta né?

linguica

Quanto às linguiças, atualmente existe no mercado uma variedade enorme de tipos, que agradam tanto ao paladar quanto ao bolso, um belo exemplo são as linguiças cuiabanas que ao contrário do que o nome indica tiveram sua origem no interior de São Paulo, são feitas de carne de vaca e na maioria dos casos recheadas com queijo e que atualmente são facilmente encontradas em supermercados e butiques de carnes. Além delas, existem linguiças de lombo, de pernil, de javali e as tradicionais de porco reinventadas, preparadas de forma mais artesanal e recheada com uma variedade enorme de ingredientes, como azeitona, manjericão e hortelã.

churrasPorco

Em relação à parte suína do churrasco, existem cortes que ficam muito bons na brasa, alguns requerem um pouco mais de paciência como a costelinha, outras são mais simples de preparar como a pancetta (ou barriga) e a picanha suína. Esses cortes são encontrados prontos e na maioria das vezes já temperados nos mais diversos supermercados, e ainda são opções baratas, se comparados a cortes bovinos. Nós ainda possuímos algumas resistências em relação à carne suína, porém atualmente temos um rebanho muito bem controlado e uma produção suína de altíssima qualidade. Leia: O suíno deixou, há muito tempo, de ser porco.

frango

Quem nunca ouviu da namorada/esposa a frase: ah amor, prepara um franguinho pra mim? Definitivamente fez pouquíssimos churrascos, ou estava solteiro até essa altura da vida. Quase uma unanimidade entre as mulheres e crianças o franguinho é sempre indispensável nos churrascos. E realmente, é um ótimo acompanhamento para a carne de boi. Alguns cortes já são tradicionais como os mencionados acima: asa, coxinha da asa, alguns já conhecem a tulipa que é o meio da asa com os dois ossinhos, o coração. Um galeto cortado na metade também vai muito bem e já é de certa facilidade encontrar o galeto desossado. Há quem opte pelo peito de frango, não acho que seja algo bom no dia a dia, imagina no churrasco que geralmente é um dia especial.

queijoPao

Além do porco e do frango, existem outros bons coadjuvantes nesta epopeia do churrasco, existem as bolinhas de muçarela, elas ficam deliciosas, mas ficam prontas bastante rápido precisando de destreza e atenção do churrasqueiro. Os tão aclamados pãezinhos de alho, comprados prontos ou preparados em casa, geralmente também fazem bastante sucesso, mas também podem infernizar a vida dos churrasqueiros, uma vez que, escreveu e não leu, o pão queima. Existe uma receita muito simples de pão de alho e que na verdade nem leva alho, mas que é muito bem aceita pela galera: Basta misturar 2/3 de um pacote de sopa de cebola em 1 vidro de maionese e passar no pão. Simples, fácil e saboroso. Já os comprados prontos existem uns que são bolinhas recheadas também de queijo, com pimenta que na minha opinião são os melhores. E rola de fazer também os legumes na brasa, para agradar àquele seu amigo meio vegetariano, afinal de contas a brasa é quase um tempero.

Bom, acredito ter falado de um monte de coisas que a galera que prepara já conhece, tomara que tenha dito algo novo e esclarecedor. Fico aguardando as suas variações nos comentários e até a próxima pessoal.

That´s All Folks.

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O amargo Tio Sam

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Chega a ser impressionante o sucesso que as IPA Americanas (American Indian Pale Ale) estão fazendo por aqui. Um estudo da BA (Brewer Association) aponta um crescimento de 36% de crescimento na exportação das cervejas americanas e no Brasil faz parte deste números com um aumento de 64% no volume. Acho engraçado, porque já pude presenciar diversas pessoas falando que não gostam de cervejas especiais, por serem amargas, imagina se degustarem uma IPA Americana!

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Vamos nos situar. As cervejas do estilo IPA são produzidas com altas ou altíssimas quantidades de lúpulo, aquela linda flor que tempera a cerveja nos dando amargor e aromas, se nós estivermos falando de lúpulos americanos a coisa fica mais intensa.

Estados Unidos é um dos maiores produtores de lúpulo, isso alinhado de um grande esforço em pesquisa para aprimorar as plantas e criar novos cruzamentos que tragam diferentes aromas e gostos.

Quando o lúpulo começou a ser cultivado nos Estados Unidos, foi percebido que seu clima e terroir (conjunto de características da região) produziam flores com características mais amargas, criticas e aromas muitos distintos dos exemplares europeus. Trazendo aromas complexos como de grapefruit, maracujá, lima e frutas cítricas em geral.

Com todas essas características diferentes dos padrões, ajudou os cervejeiros americanos criarem uma marca no mercado e uma forma de fazer cerveja única e os colocou, além de outras coisas, como uma nova escola cervejeira e que começa inspirar cervejeiros do velho mundo.

A loucura por lúpulo e seu amargor é tão grande, que são adicionados em diferentes etapas da produção, justamente para extrair todo seu potencial. Existe também a prática de Dry Hop que consiste em adicionar bolsinhas feitas de pano ou qualquer coisa que sirva para realizar uma infusão de lúpulo durante a fermentação da cerveja.

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Hoje em dia temos estilos como: Double IPA, Triple IPA e a Extreme IPA. Todas elas são derivações cada mais mais potentes de sua mãe as India Pale Ale Inglesas, mas das inglesas eu falo depois, agora vou abrir minha bela cerveja refrescante, com abundante espuma, amargor impar e aromas herbais inspiradores.

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